quinta-feira, setembro 18, 2008

No meio dos papéis!

A hora já é tardia e o meu estado de nervos de volta dos papéis deu-me para pôr este bonito texto aqui... Dedicado a todas as minhas queridas amigas, que neste momento, assim como eu, estão a passar por momentos de PÂNICO, TRAGÉDIA, HORROR! :) E às outras que não estão, mas que já estiveram ou irão estar! lol

A carta de um Homem (sobre as Mulheres) - autor desconhecido

Não importa o quanto pesa. É fascinante tocar, abraçar e acariciar o corpo de uma mulher. Saber seu peso não nos proporciona nenhuma emoção.
Não temos a menor ideia de qual seja seu manequim. Nossa avaliação é visual.
Isso quer dizer, se tem forma de guitarra... está bem. Não nos importa quanto medem em centímetros - é uma questão de proporções, não de medidas.
As proporções ideais do corpo de uma mulher são: curvilíneas, cheinhas, femininas.... Essa classe de corpo que, sem dúvida, se nota numa fracção de segundo.
As muito magrinhas que desfilam nas passarelas seguem a tendência desenhada por estilistas que, diga-se de passagem, são todos gays, e odeiam as mulheres e com elas competem. Suas modas são muito rectas e sem formas, e parecem agredir o corpo maravilhoso das mulheres.
Não há beleza mais irresistível na mulher do que a feminilidade e a doçura. A elegância e o bom trato são equivalentes a mil viagras.

A maquilhagem foi inventada para que as mulheres a usem. Usem!
Para andar de cara lavada, basta a nossa... sem graça. Os cabelos, quanto mais tratados, melhor.

As saias foram inventadas para mostrar suas magníficas pernas.
Por que razão as cobrem sempre com calças longas? Para que as confundam connosco? Uma onda é uma onda, as cadeiras são cadeiras, e pronto. Se a natureza lhes deu estas formas curvilíneas, foi por alguma razão, e eu reitero: nós gostamos assim. Ocultar essas formas, é como ter o melhor sofá embalado no sótão.

É essa a lei da natureza... que todo aquele que se casa com uma modelo magra, anorética, bulímica e nervosa logo procura uma amante cheinha, simpática, tranquila e cheia de saúde.

Entendam de uma vez! Procurem agradar a nós, e não só a vocês; porque nunca terão uma referência objectiva, do quanto são lindas e maravilhosas, dita por uma mulher. Nenhuma mulher vai reconhecer jamais, diante de um homem, com sinceridade, que outra mulher é simplesmente linda!

As jovens são lindas... mas as de 30 para cima, são verdadeiros pratos fortes. Por Karina Zzocco, Eva Longoria, Angelina Jolie ou Demi Moore, somos capazes de atravessar o Atlântico a nado. O corpo muda... cresce. Não podem pensar, sem ficarem psicóticas, que podem entrar no mesmo vestido que usavam aos 18. Entretanto, uma mulher de 45, que entre na roupa que usou aos 18 anos, ou tem problemas de desenvolvimento, ou está se auto-destruindo.

Nós gostamos das mulheres que sabem conduzir sua vida com equilíbrio, alegres, e que sabem controlar sua natural tendência às culpas. Ou seja, aquela que quando tem que comer, come com vontade (a dieta virá em setembro, não antes; quando tem que fazer dieta, faz dieta com vontade (não se sabota e não sofre); quando tem que ter intimidade com o parceiro, tem com vontade; quando tem que comprar algo que goste, compra; quando tem que economizar, economiza.

Algumas linhas no rosto, algumas cicatrizes no ventre, algumas marcas de estrias não lhes tira a beleza. São feridas de guerra, testemunhas de que fizeram algo em suas vidas, não estiveram anos 'em formol', nem em Spas...
Viveram!

O corpo da mulher é a prova de que Deus existe. É o sagrado recinto da gestação de todos os homens, onde foram alimentados, mimados e nós, sem querer, as enchemos de estrias, de cesarianas e demais coisas que tiveram que acontecer para estarmos vivos.

Cuidem-no!
Cuidem-se!
Amem-se!
A beleza é tudo isto. Tudo junto!

Assinado: UM HOMEM

segunda-feira, setembro 08, 2008

terça-feira, julho 29, 2008

Quando me amei de verdade...

"Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exacto. E então pude relaxar. Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que a minha angústia, o meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra as minhas verdades. Hoje sei que isso é... Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento. Hoje chamo isso de... Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusivé eu mesmo. Hoje sei que o nome disso é... Respeito.
Quando me amei de verdade, comecei a livrar-me de tudo o que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início, minha razão chamou essa atitude de egoísmo. Hoje sei que se chama... Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projectos magalómanos de futuro. Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo. Hoje sei que isso é... Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer ter sempre razão e com isso, errei muito menos vezes. Hoje descobri a... Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Agora, mantenho-me no presente, que é onde a vida acontece. Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que a minha mente me pode atormentar e me decepcionar. Mas quando eu a coloco ao serviço do meu coração, ela torna-se uma grande e valiosa aliada. Tudo isso é... Saber viver!

Não devemos ter medo dos confrontos; Até os planetas se chocam e do caos nascem estrelas!"


Charlie Chaplin

quarta-feira, junho 04, 2008

Pensa nisto!

O que é de facto significativo?



O filho que muitas vezes não limpa o quarto e fica vendo televisão,
significa que...
está em casa!
A desordem que tenho que limpar depois de uma festa,
significa que...
estivemos rodeados de familiares e amigos!
As roupas que estão apertadas,
significa que...
tenho mais do que o suficiente para comer!
O trabalho que tenho em limpar a casa,
significa que...
tenho uma casa!
As queixas que escuto acerca do governo,
significa que...
tenho liberdade de expressão!
Não encontro estacionamento,
significa que...
tenho carro!
Os gritos das crianças,
significa que...
posso ouvir!
O cansaço no final do dia,
significa que...
posso trabalhar!
O despertador que me acorda todas as manhãs,
significa que...
estou vivo!

"Finalmente explicou-me que o sofrimento nasce quando esperamos que os outros nos amem da maneira que imaginamos e não da maneira como o amor se deve manifestar - livre, sem controlo, guiando-nos com a sua força, impedindo-nos de parar"

in "O Zahir"

segunda-feira, maio 19, 2008

Quero agradecer a todos os meus amigos que se lembraram de mim. Adoro-vos a todos. Beijinhos e um xi apertadinho.

segunda-feira, março 24, 2008

As pequenas coisas...

"Deus sabe que somos artistas da vida. Um dia dá-nos um martelo para esculpir, no outro dia pincéis e tinta para pintar um quadro, ou papel e caneta para escrever. Mas nunca conseguiremos usar martelos em telas ou pincéis em esculturas. Portanto, mesmo sendo difícil, tenho de aceitar as pequenas bençãos de hoje, que me parecem maldições porque estou a sofrer e o dia está lindo, o sol brilha, as crianças cantam na rua. Só assim conseguirei sair da minha dor e reconstruir a minha vida."

in "O Zahir"

domingo, fevereiro 24, 2008

"Só uma pessoa no mundo deseja sentir saudade: aquela que nunca amou.
E esse é o maior dos sofrimentos, não ter por quem sentir saudades, passar pela vida e não viver!"

Pablo Neruda

sábado, janeiro 19, 2008

O poder do nosso cérebro!

Fantástico! Impressionante! Experimentem!
Só pode ser ouvido com headphones, senão não resulta. Divirtam-se.

segunda-feira, janeiro 14, 2008

Tempo!

Dias com 48 horas precisam-se! Quem me puder emprestar tempo que diga! Eu depois mais tarde retribuo com o que quiserem...

sábado, janeiro 05, 2008

Vou-me embalando...

Eu falei baixinho
Para ninguém ouvir
As palavras foram com o vento
Eu vou-me embalando
Só pra não sentir
Que os segredos vão ganhando ao tempo

ra ra rai a ra rai a...

Eu chorei baixinho
Para não me ouvir
Não vá o meu coração saber...
Que eu vou-me embalando
Só pra não sentir
A dor que tenho por te não ter

ra ra rai a ra rai a...


Música de Susana Félix

quarta-feira, dezembro 26, 2007